Intencionalidade Suicida

“A intencionalidade suicida diz respeito ao desejo e à determinação de pôr fim à vida. A gravidade da intencionalidade é determinada por dois fatores concorrentes: a intensidade da motivação suicida e o grau com que essa motivação é contrabalanceada pelo desejo conflitante de continuar vivendo.”
Características que acompanham o aumento da intencionalidade suicida:
1- Ideias de morte
2- Ideias de suicídio
3- Planos de como se matar
4- Pesquisa de poder letal
5- Planos/providência para pós-morte
Referencia: BOTEGA, N. J.Crise Suicida: avaliação e manejo.1. ed. Porto Alegre: Artmed, 2015

6 comentários em “Intencionalidade Suicida

  • 30 de dezembro de 2015 em 06:23
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    estou com problema com o meu pai,doença parkinson e esquizofenia,perdeu varios movimentos,precisando de muitos cuidados.Ele tem 74 anos, e tem convenio medico pela empresa que trabalhava.gostaria de saber a possibilidade que temos de conseguir um home care no judicial.

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    • 6 de Março de 2018 em 17:02
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      Pois então,não conheço bem o caso do senhor seu pai, assim não tenho como falar coerentemente sobre ele. Todo serviços de home care que pode , supostamente ser custeado por um plano de saúde de acordo com as regras da ANS,devem ser em substituição ao internamento hospitalar. O que isto que dizer é que, o plano pode considerar custear os serviços se o paciente estiver sendo transferido para o home care para dar continuidade a um tratamento que ele obrigatoriamente teria no hospital. O fato de um paciente necessitar de cuidados em casa não quer dizer que estes cuidados somente poderiam ser realizados por cuidadores formais (enfermeiros, técnicos, etc.). Assegure-se de uma prescrição médica e vá até o plano de saúde para que este benefício possa ser analisado. se existir uma negativa, procure um advogado que entenda desse tipo de caso.

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    • 6 de Maio de 2018 em 16:39
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      Veja, os serviços de home care , de acordo com a ANS, foram regulamentados para servir de um substituto ao internamento hospitalar, assim qualquer outra demanda deveria descaracterizar a necessidade de substituição. Por exemplo, o paciente com parkinsonismo e esquizofrenia qualificaria para ficar internado em um hospital? Se a resposta é não, então não se trata de uma substituição ao internamento hospitalar e sim um caso que requer um cuidador de idosos e os planos de saúde, contratualmente, não têm a obrigação de custear o cuidador de idosos, mesmo porque não se trata de uma modalidade de serviço provido por uma empresa de home care e sim por uma empresa de cuidadores de idosos, coisas bem diferentes. Logicamente que no Brasil, tudo é possível e mediante uma liminar por um juiz desinformado, a família conseguiria obrigar o plano de saúde a custear os serviços não contratuais! Boa sorte!

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